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segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Afinal, o que é barramento?


Estava conversando com um amigo esses dias e eu mostrando para ele se um computador que estava sendo anunciado prestava. Daí ele começou a falar sobre as características do PC usando uns termos sobre computador que muitas vezes acaba que passando despercebido. Fiquei curioso, porque com certeza absoluta não vamos aprender tudo, sobre o que estudamos, na faculdade. Ela serve também como um eixo norteador para que facilite o aprendizado e mostre o caminho das pedras como diz um grande amigo. Mas, voltando, fiquei curioso porque eu sei o que é, mas não sei explicar corretamente. Resolvi pesquisar e mostrar aqui no blog o significado dessa estrutura de nosso computadores que influi diretamente no tráfego dos dados, logo, na velocidade e desempenho do nosso bicho eletrônico: O barramento.
Segundo a wikipedia é: é um conjunto de linhas de comunicação que permitem a interligação entre dispositivos, como a CPU, a memória e outros periféricos. Esses fios estão divididos em três conjuntos:
  • via de dados: onde trafegam os dados;
  • via de endereços: onde trafegam os endereços;
  • via de controle: sinais de controle que sincronizam as duas anteriores.

O desempenho do barramento é medido pela sua largura de banda (quantidade de bits que podem ser transmitidos ao mesmo tempo), geralmente potências de 2:

Basicamente é entendido como a quantidade de dados que podem ser lidos / transmitidos entre os componentes do computador. Então, quanto maior a largura da banda, mais rapidamente os dados serão transportados e comunicados entre o processador, memória e demais periféricos. Possibilitando mais rapidez. Por exemplo o Barramento de memória:

É responsável pela conexão da memória principal ao processador. É um barramento de alta velocidade que varia de micro para micro e atualmente gira em torno de 533MHz a 2000MHz, como nas DDR3.

Portanto, maior atenção na hora de comprar um PC, é bom olhar as características antes de comprar aquele pc com o preço bom demais.. se bem que, hoje, tudo barateia com muita rapidez, mas é bom dar uma conferida!

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Baterias e transmissão de energia sem fios Aonde vamos chegar?

Embora o Wi-Fi e o Bluetooth tenham eliminado boa parte dos cabos para as conexões de rede e com periféricos, ainda temos o problema da transmissão de energia. Seu notebook pode ficar conectado à rede wireless da sua casa continuamente, mas você ainda precisa ligá-lo na tomada a cada duas ou três horas para recarregar as baterias.

Existem tecnologias experimentais para a transmissão de energia sem o uso de fios a curtas distâncias, que podem vir a eliminar essa necessidade nos próximos anos. Uma delas, mais convencional, é baseada no uso de indução para carregar as baterias de dispositivos de baixo consumo, como smartphones. Um módulo receptor é instalado dentro do aparelho, permitindo que ele seja carregado simplesmente por ser deixado sobre uma base:


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Essa tecnologia existe desde o início do século 20 e é largamente usada em escovas de dente elétricas e alguns outros dispositivos. O princípio de funcionamento é o mesmo dos transformadores usados em fontes de alimentação, que são também compostos por duas bobinas separadas entre si. Apesar disso, o uso em equipamentos de informática é relativamente recente.

Os primeiros produtos foram apresentados em 2004, pela SplashPower, que tentou sem muito sucesso vender carregadores para celulares. Hoje em dia, ela é oferecida por empresas como a Fulton e a Powermat e (no primeiro exemplo de uso em larga escala) foi adotada no touchstone, o carregador sem fio do Palm Pre.

Apesar do marketing tentar fazer parecer que se trata de alguma tecnologia exótica, internamente ele usa um circuito bastante simples, com um grande imã que segura o aparelho no lugar e uma bobina que cria o campo de indução:

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A energia é transferida para o aparelho graças a outra bobina, instalada dentro da tampa inferior do Palm Pre. O sistema funciona bem (com um índice de perda aceitável), mas as duas bobinas precisam ficar diretamente sobrepostas, com apenas alguns milímetros de separação, o que significa que o carregamento ocorre apenas quando o aparelho está diretamente sobre a base (daí o sistema magnético para segurá-lo no lugar):

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Retirado de: http://www.guiadohardware.net/tutoriais/baterias/

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Novo Windows deixará games de PC ainda mais realistas

Principal recurso para jogos exige máquina poderosa.
Sistema operacional já está pronto para usar o projeto Natal.

Gustavo Petró Do G1, em São Paulo

Game 'Alien vs. predator' é um dos primeiros a usar tecnologia Directx 11, presente no Windows 7. (Foto: Divulgação)

O novo sistema da Microsoft, o Windows 7, que teve lançamento mundial nesta quinta-feira (22), foi aprimorado para fazer melhor uso de memória dos computadores, permitindo que máquinas mais modestas possam rodar diversos aplicativos. Os games também terão melhorias com o novo Windows, que faz uso de novas tecnologias para apresentar gráficos mais realistas.

No Brasil, o Windows 7 chega a 4 mil lojas, incluindo grandes pontos de venda e lojas especializadas. O valor começa em R$ 330 (versão Basic) e chega a R$ 670 (Ultimate). A empresa cobrará ainda R$ 400 pela versão Premium e R$ 630 pela Professional.

Uma das principais novidades para os games no Windows 7 está no DirectX 11. Este recurso permite que as produtoras de games criem títulos com gráficos ainda melhores, utilizando o novo gerenciamento de memória do sistema operacional. A comunicação entre placas de vídeo e o computador também foi aprimorado, permitindo que os games rodem com melhor desempenho.

Entretanto, para que os jogos façam uso da nova tecnologia, as próprias produtoras precisam desenvolver jogos voltados para o Directx 11. Um dos primeiros títulos anunciados que usará o recurso é “Alien vs. predator”, que além dos PCs, será lançado para Xbox 360 e PlayStation 3. De acordo com Chris Kingsley,presidente de tecnologia da Rebellion que produz o game, “a ferramenta leva os games de computador a um novo patamar dos gráficos 3D”. Os jogos poderão trazer visual mais orgânico e menos artificial.

Para usufruir de todos os recursos, é necessário que o usuário tenha uma máquina apta a rodar games. É preciso ter uma boa placa de vídeo, um processador rápido e memória RAM compatível com as especificações descritas pelo fabricante do game. Todos os jogos existentes no mercado são compatíveis com o Windows 7, mas isso não significa que eles usam os novos recursos do sistema.


Jogos sem joystick

Em julho, Bill Gates disse que o Windows 7 pode usar o projeto Natal. O sistema composto por sensores e câmeras substitui o controle pelo corpo do jogador. O acessório será lançado para o Xbox 360 em 2010, mas, de acordo com Gates, ele poderá ser compatível com os games de PC.

Para o fundador da Microsoft, além dos games, os usuários poderão usar outros recursos do computador usando o Natal, interagindo com outras pessoas pela internet e utilizando aplicativos.

retirado de: http://g1.globo.com/Noticias/Games/0,,MUL1351470-9666,00-NOVO+WINDOWS+DEIXARA+GAMES+DE+PC+AINDA+MAIS+REALISTAS.html

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Rode programas do windows no seu GNU/linux


Para quem acabou de migrar para o sistema GNU/Linux e ainda prefere usar alguns aplicativos que são exclusivos do Windows, há uma ferramenta de código aberto que simula o sistema da Microsoft para você rodar seus programas. Basta digitar no terminal: sudo aptitude install wine ,
e pronto, você vai ter um simulador de Windows no seu Pc.
Depois disso, basta você fazer o download do programa e salvar em qualquer pasta, depois, pelo terminal de comando, você entra no diretório ao qual o programa pertence e digita: wine nome_do_programa . Fácil, não?!
Pronto, agora você já pode usá-lo normalmente como se estivesse no Windows.

Pode conferir mais sobre o wine aqui: http://www.winehq.org/