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Sexta-feira, 3 de Julho de 2009

Afinal, o que é um sistema operacional?

Na verdade, um S.O. (Sistema Operacional) é um conjunto de programas que gerenciam as funções do processador - o processador é um circuito integrado que realiza as funções de cálculo e tomada de decisão de um computador, por isso é considerado o cérebro do mesmo - entrada, saída, o armazenamento e o controle dos dispositivos.
Ele é responsável por todo o funcionamento da máquina, desde o software (programas) a todo hardware (peças dentro do gabinete) instalado na máquina. Tudo o que acontece por trás dos "panos" e tudo que for complexo, ele é que auxilia a fazer. É como se fosse um mediador entre o usuário e a máquina. Enquanto a pessoa usa o computador, milhares de funções são desempenhadas ao mesmo tempo pelo S.O., seja para atender às necessidades de alguém (como o uso de um editor de texto) ou para executar tarefas básicas do sistema; verificar se algum dispositivo foi conectado ao PC como um pendrive e realizar as tarefas necessárias para que o dispositivos possa ser usado. Existem vários S.O.'s dentre eles, os mais utilizados são: Windows (Microsoft), Linux (Software Livre) e Mac OS (Apple).

Linux possui um núcleo e um SO que roda sobre ele. O núcleo foi criado por Linus Torvalds em 1991. Hoje é mantido por uma comunidade mundial de desenvolvedores (que inclui programadores individuais e empresas como a IBM, HP e a Hitachi), coordenada pelo mesmo Linus, agora um desenvolvedor reconhecido mundialmente. O Linux adota a GPL, uma licença livre - o que significa, entre outras coisas, que todos os interessados podem usá-lo e redistribuí-lo. Aliado a diversos outros softwares livres, como o KDE, o GNOME, o Apache, o Firefox, os softwares do sistema GNU e o OpenOffice.org, o Linux pode formar um ambiente moderno, seguro e estável para desktops, servidores etc.



Mac, Macintosh Operating System (Mac OS) é a denominação do S.O. padrão dos computadores Macintosh produzidos pela Apple (Steve Jobs). Sua evolução ocorreu até a versão Mac OS X. A primeira versão foi lançada em 1984. Até antes da versão 7.6, era chamado apenas de System (ex.: System 4, System 7), da versão 7.6 em diante passou a ser chamado de Mac OS.
Foi o primeiro sistema gráfico amplamente usado em computadores a usar ícones para representar os itens do computador, como programas, pastas e documentos. Também foi pioneiro na disseminação do conceito de Desktop, com uma Área de Trabalho com ícones de documentos, pastas e uma lixeira, parecido com um ambiente de escritório.Antes, as pastas eram criadas renomeando-se uma "Pasta Vazia" que estava sempre na raiz do disco.




Windows é uma popular família de S.O.'s criados pela Microsoft, empresa fundada por Bill Gates e Paul Allen. O Windows é um produto comercial, com preços diferenciados para cada uma de suas versões. É o sistema operacional mais usado do mundo, embora uma grande quantidade de cópias sejam ilegais.
O impacto deste sistema no mundo atual é muito grande devido ao enorme número de cópias instaladas. Ele é multitarefa e apresenta um ambiente de trabalho em que os aplicativos são dispostos em forma de janelas, daí o nome Windows (em inglês, janelas). Depois de se tornar independente, ele passou a controlar as principais funções do PC, além de proporcionar uma interface gráfica a qual permite aos usuários que configurem suas funcionalidade e instale programas/peças. Com o advento da interface, o windows elimina a necessidade de digitar comandos em um ambiente nada amigável com uma tela preta e letras em branco que ainda hoje é utilizado (MS-DOS).

Sábado, 27 de Junho de 2009

Energia alternativa

O engenheiro químico americano Sidney Loeb teve duas ideias revolucionárias em sua carreira. A primeira lhe ocorreu na década de 50, quando trabalhava na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. Loeb desenvolveu os princípios de um sistema de filtros capazes de extrair o sal da água marinha e torná-la própria para a agricultura e para o consumo doméstico. O sistema exige grande quantidade de energia para bombear a água marinha pelos filtros, mas é essencial em países com pouca opção hídrica, como Israel. E hoje 3% da água potável do mundo vem dessa técnica das usinas de dessalinização. A segunda ideia genial de Loeb pode ter um impacto ainda maior. Ela simplesmente inverte o princípio usado na dessalinização: transforma água doce em salobra – e gera eletricidade. Se o processo for viável em larga escala, poderá matar a sede de energia limpa do mundo.

A ideia de Loeb explora uma característica física peculiar dos líquidos: a osmose. Trata-se de um princípio segundo o qual soluções líquidas separadas por uma membrana semipermeável tendem a ter igual concentração de substâncias. Por causa da osmose, a água sempre se movimenta do meio mais ralo para o mais concentrado, com o objetivo de equilibrar os dois. É assim que as células dos seres vivos conseguem trocar água com o líquido a sua volta. O processo de dessalinização inventado por Loeb se inspira nesse fenômeno natural. As usinas captam água do mar (com alta concentração de sal) e a bombeiam em alta pressão por meio de tubos com membranas semipermeáveis. Só a água vai para o outro lado, deixando para trás uma mistura com concentração maior de sal, que é despejada de volta no mar. O que sai do outro lado do cano é água doce mais pura que a das nascentes das montanhas.

Agora, a ideia é usar o percurso contrário da água. Loeb propõe colocar água doce ao lado da salgada. Pela osmose, a água doce vai correr para o lado da salgada, criando um fluxo contínuo que pode ser usado para acionar uma turbina e gerar energia. Para usar essa energia, é preciso construir usinas na foz dos rios, aproveitando as condições naturais de encontro da água doce com a salgada. As obras envolvem diques para canalizar o fluxo dos rios para dentro de uma instalação. A água ficaria em um reservatório, ao lado da água salgada. Ali, a pressão da água é transformada em eletricidade. A água salobra resultante é despejada no mar. Pelas estimativas da empresa de energia norueguesa Statkraft, se todos os recursos hídricos do planeta fossem usados para isso, seria possível produzir o equivalente ao consumo de energia da China em 2002. Somente o Rio Amazonas poderia gerar 35 vezes mais energia que a usina de Itaipu.

A primeira vantagem da energia do sal é seu impacto relativamente pequeno nos rios. Bastam pequenas obras para canalizar parte da água. Além disso, ela funciona em qualquer situação climática, sem depender de sol, chuvas ou vento. “Com os preços da energia subindo e uma maior preocupação em criar fontes de energia renovável, a osmose tornou-se uma excelente alternativa”, afirma Stein Erik Skilhagen, diretor do projeto da Statkraft, uma das principais incentivadoras dessa tecnologia.

A Statkraft pretende inaugurar neste semestre o primeiro protótipo de energia do sal em Tofte, na Noruega. O projeto demorou vários anos para passar à prática. “O maior desafio foi criar uma membrana que simule o mesmo processo de osmose na natureza”, diz Skilhagen. A usina experimental é pequena. Vai gerar o suficiente apenas para aquecer alguns bules de água. A ideia é aperfeiçoar o protótipo nos próximos dois anos, e aí construir uma usina do tamanho de um campo de futebol, com o poder de gerar energia capaz de abastecer 15 mil casas.

confira mais aqui.

Sábado, 25 de Abril de 2009

O que é BIOS?


Muitas vezes escutamos falar de BIOS e até ouvíamos uma brincadeira dos técnicos de informática dizerem que um problema que dava nos computadores serem de BIOS. Isso era uma crítica que se fazia quando o PC pifava por causa do uso errados dos programas por parte de usuário. BIOS era: "Bicho Idiota Operando Sistema", tinha várias coisas do tipo..
Mas, na verdade, BIOS significa: Basic Input/Output System (Sistema Básico de Entrada/Saída). Ou seja, é um programa que é gravado num tipo de memória ROM (Read Only Memory - memória de apenas leitura), que não perde seus dados quando é desligada. Ela é mais lenta e mais cara, no entanto, tem essa vantagem de manter os dados mesmo depois cessar a energia. Ele é armazenado num chip que se encontra na placa-mãe do computador. Na memória ROM da placa-mãe ainda existem 2 programas chamados Setup (usado para configurar algumas funções do BIOS) e POST (Autoteste de partida, que serve para testar o hardware (peças) do PC e verificar se o sistema se encontra em estado operacional). Que são os diagnósticos e testes realizados nos componentes físicos (Disco rígido, processador...). Os problemas são comunicados ao usuário por uma combinação de sons (bipes) numa determinada sequência e, se possível, exibidos na tela. O manual do fabricante permite a identificação do problema descrevendo a mensagem que cada seqüência de sons representa.
Quando o PC é desligado, um circuito eletrônico carrega o conteúdo do BIOS transferindo-o da ROM para a RAM e passando o controle do computador para o BIOS.
O BIOS assume o controle do seu computador e checa o que o computador tem em termos de acessórios e ver se está tudo ok. Verifica a memória RAM, se a placa de vídeo está funcionando corretamente e verifica o relógio do PC. Verifica os dispositivos de armazenamento como o HD e demais componentes. Depois desses ajustes todos o BIOS vai procurar um sistema operacional (SO). Ela procura no CD, se não achar vai para o HD. Quando ela acha, o BIOS carrega o SO e passa o controle do computador para o SO. Mas ele não sai da memória. Fica sempre de prontidão para atender sempre que for preciso, por exemplo para o uso dos periféricos (câmeras, pendrives, impressoras) e acessórios. O BIOS é que se encarrega das tarefas mais básicas de entrada e saída de dados do computador para seus periféricos. Por isso BIOS: é um sistema básico de entrada e saída.

Terça-feira, 21 de Abril de 2009

Afinal, o que é a internet?


Hoje as pessoas usam o computador e acessam a internet. Mas, o que é isso? O que eles acessam? Entram em páginas que estão onde? Que rede é essa?? Quem garante que na hora em que eu abrir o navegador o sistema de busca do google vai funcionar?? Questões como essas nos deixam curiosos...
Vou tentar esclarecer algumas dúvidas!

Para entender o conceito de Internet, a rede mundial de computadores, deve-se regressar às décadas de 1960 e 1970 para compreender como ela se tornou um dos meios de comunicação mais populares. Tudo surgiu no período em que a guerra fria pairava no ar entre as duas maiores potências da época, os Estados Unidos e a ex-União Soviética.

O governo norte-americano queria desenvolver um sistema para que seus computadores militares pudessem trocar informações entre si, de uma base militar para outra e que mesmo em caso de ataque nuclear os dados fossem preservados. Seria uma tecnologia de resistência. Foi assim que surgiu então a ARPANET, o antecessor da Internet, um projeto iniciado pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos que realizou então a interconexão de computadores, através de um sistema conhecido como comutação de pacotes, que é um esquema de transmissão de dados em rede de computadores no qual as informações são divididas em pequenos “pacotes”, que por sua vez contém trecho dos dados, o endereço do destinatário e informações que permitiam a remontagem da mensagem original.

Este sistema garantia a integridade da informação caso uma das conexões da rede sofresse um ataque inimigo, pois o tráfego nela poderia ser automaticamente encaminhado para outras conexões. O curioso é que raramente a rede sofreu algum ataque inimigo. Em 1991, durante a Guerra do Golfo, certificou-se que esse sistema realmente funcionava, devido à dificuldade dos Estados Unidos para derrubar a rede de comando do Iraque, que usava o mesmo sistema.

O sucesso do sistema criado pela ARPANET foi tanto que as redes agora também eram voltadas para a área de pesquisas científicas das universidades. Com isso, a ARPANET começou a ter dificuldades em administrar todo este sistema, devido ao grande e crescente número de localidades universitárias contidas nela. Dividiu-se então este sistema em dois grupos, a MILNET, que possuía as localidades militares e a nova ARPANET, que possuía as localidades não militares. O desenvolvimento da rede, nesse ambiente mais livre, pôde então acontecer. Não só os pesquisadores como também seus alunos e os alunos de seus amigos, tiveram acesso aos estudos já empreendidos e somaram esforços para aperfeiçoá-los. Houve uma época nos Estados Unidos em que sequer se cogitava a possibilidade de comprar computadores prontos, já que a diversão estava em montá-los.

A mesma lógica se deu com a Internet. Jovens da contracultura, ideologicamente engajados ou não em uma utopia de difusão da informação, contribuíram decisivamente para a formação da Internet como hoje é conhecida. A tal ponto que o sociólogo espanhol e estudioso da rede, Manuel Castells, afirmou em seu livro "A Galáxia da Internet" (2003) que "A Internet é, acima de tudo, uma criação cultural". Um esquema técnico denominado Protocolo de Internet (Internet Protocol) permitia que o tráfego de informações fosse caminhado de uma rede para outra.

Todas as redes conectadas pelo endereço IP na Internet comunicam-se para que todas possam trocar mensagens. Através da National Science Foundation, o governo norte-americano investiu na criação de backbones (que significa espinha dorsal, em português), que são poderosos computadores conectados por linhas que tem a capacidade de dar vazão a grandes fluxos de dados, como canais de fibra óptica, elos de satélite e elos de transmissão por rádio. Além desses backbones, existem os criados por empresas particulares. A elas são conectadas redes menores, de forma mais ou menos anárquica. É basicamente isto que consiste a Internet, que não tem um dono específico.

O que hoje forma a Internet, começou em 1969 como a ARPANET, criada pela ARPA, sigla para Advanced Research Projects Agency, ou Agência de Pesquisa de Projetos Avançados, uma subdivisão do Departamento de Defesa dos Estados Unidos. Ela foi criada para a guerra, pois com essa rede promissora, os dados valiosos do governo daquele país estariam espalhados em vários lugares, ao invés de centralizados em apenas um servidor. Isso evitaria a perda desses dados no caso de, por exemplo, uma bomba explodisse no campus. Em seguida, ela foi usada inicialmente pelas universidades, onde os estudantes, poderiam trocar de forma ágil para a época, os resultados de seus estudos e pesquisas. Em Janeiro de 1983, a ARPANET mudou seu protocolo de NCP para TCP/IP. Em 1985 surge o FTP.

Contudo, a Internet como hoje conhecemos, com sua interatividade, como arcabouço de redes interligadas de computadores e seus conteúdos multimídia, só se tornou possível pela contribuição do cientista Tim Berners-Lee e ao CERN, Conseil Européen pour la Recherche Nucléaire - Centro Europeu de Pesquisas Nucleares, que criaram a World Wide Web, inicialmente interligando sistemas de pesquisa científicas e mais tarde acadêmicas, interligando universidades; a rede coletiva ganhou uma maior divulgação pública a partir dos anos 1990. Em agosto de 1991, Berners-Lee publicou seu novo projeto para a World Wide Web, dois anos depois de começar a criar o HTML, o HTTP e as poucas primeiras páginas web no CERN, na Suíça. Por este motivo, em 23 de agosto se comemora o Dia do Internauta. Em 1993 o navegador Mosaic 1.0 foi lançado, e no final de 1994 já havia interesse público na Internet. Em 1996 a palavra Internet já era de uso comum, principalmente nos países desenvolvidos, referindo-se na maioria das vezes a WWW.

A internet possui uma gama de utilidades, da informação até compras e vendas. No entanto, por causa da tamanha quantidade de informação e da falta de segurança do conteúdo, algo que se torna complicado de manter, as informações percorrem milhares de computadores em questões de minutos. Até mesmo aquilo que é confidencial, seja por um descuido da pessoa ou por invasão dos famosos crackers (é o termo usado para designar quem pratica a quebra (ou cracking) de um sistema de segurança, de forma ilegal ou sem ética). Por isso temos que saber que a internet é um bem que auxilia bastante nossas vidas, mas temos que ter em mente que é algo quase sem limites ou restrições. É sempre bom manter os anti-virus e as atualiações do sistema operacional em dias, para estar sempre preparado para um possível ataque malicioso e evitar constrangimentos depois.


fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Internet